O setor funerário contemporâneo enfrenta mudanças no perfil das famílias e adapta seus serviços, destaca Tiago Schietti.

Setor funerário contemporâneo: entenda a mudança no perfil das famílias e seus impactos nos serviços

By Diego Velázquez 6 Min Read
O setor funerário contemporâneo enfrenta mudanças no perfil das famílias e adapta seus serviços, destaca Tiago Schietti.

Segundo Tiago Schietti, a mudança no perfil das famílias tem provocado transformações profundas nos serviços funerários. As estruturas familiares já não seguem um único padrão tradicional, e essa diversidade redefine expectativas, rituais e formas de despedida.

Ao longo deste artigo, vamos compreender como as novas configurações familiares influenciam decisões relacionadas a velórios, cremações e homenagens, além de avaliar como o setor funerário tem se adaptado a essas mudanças. Também discutiremos os desafios e oportunidades que surgem nesse cenário. Continue a leitura e entenda por que acompanhar essa evolução é essencial para oferecer serviços mais humanizados e alinhados à realidade atual.

Como a mudança no perfil das famílias redefine os serviços funerários?

A mudança no perfil das famílias trouxe maior pluralidade nas relações afetivas e na tomada de decisões. Famílias menores, lares monoparentais, casais sem filhos e vínculos recompostos alteram a dinâmica de organização das despedidas. Essa nova configuração exige flexibilidade e sensibilidade por parte das empresas funerárias.

Além disso, como explica Tiago Schietti, o processo decisório tornou-se mais compartilhado e, em muitos casos, mais racional. Com menos membros envolvidos ou com familiares geograficamente distantes, a definição sobre cerimônias e homenagens tende a ser objetiva e prática. Esse cenário impulsiona soluções personalizadas e serviços que priorizam agilidade e clareza.

Quais transformações nos rituais de despedida são percebidas?

Os rituais tradicionais passaram por adaptações significativas. A mudança no perfil das famílias influencia diretamente o formato das cerimônias, que hoje podem ser mais intimistas e menos protocolares. De acordo com Tiago Schietti, há uma busca crescente por despedidas que reflitam a identidade e os valores da pessoa falecida.

Nesse contexto, os serviços funerários passaram a oferecer alternativas mais flexíveis. Cerimônias reduzidas, homenagens personalizadas e transmissões online para parentes distantes tornaram-se práticas comuns. Essa adaptação demonstra que o setor compreende a importância de respeitar novas formas de vivenciar o luto.

O setor funerário contemporâneo enfrenta mudanças no perfil das famílias e adapta seus serviços, destaca Tiago Schietti.
O setor funerário contemporâneo enfrenta mudanças no perfil das famílias e adapta seus serviços, destaca Tiago Schietti.

De que forma os serviços funerários estão se adaptando?

A adaptação dos serviços funerários ocorre tanto na estrutura operacional quanto na abordagem emocional. Empresas do setor investem em atendimento consultivo, comunicação transparente e soluções digitais. Como frisa Tiago Schietti, compreender o perfil da família é o primeiro passo para oferecer um serviço realmente adequado.

Entre as principais mudanças implementadas, destacam-se:

  • Planos funerários mais flexíveis e personalizados;
  • Opções ampliadas de cremação e cerimônias alternativas;
  • Atendimento remoto para organização de detalhes;
  • Espaços de velório adaptáveis a diferentes formatos de homenagem;
  • Suporte emocional com orientação profissional.

Essas iniciativas revelam um esforço claro de atualização. Ao diversificar serviços e modernizar processos, o setor funerário responde às novas demandas com mais eficiência e sensibilidade.

A individualização das escolhas fortalece o setor?

A individualização é uma das marcas da mudança no perfil das famílias. Hoje, as decisões não seguem apenas tradições culturais, mas refletem preferências pessoais e histórias de vida. No entendimento de Tiago Schietti, essa tendência fortalece o setor ao estimular inovação e qualidade no atendimento.

Além disso, quando a família encontra opções que dialogam com sua realidade, o processo de despedida torna-se mais significativo. A personalização não representa apenas uma estratégia comercial, mas uma forma de respeitar trajetórias individuais. Esse posicionamento reforça a credibilidade das empresas e consolida a confiança do público.

Desafios e oportunidades diante da nova realidade

A mudança no perfil das famílias também impõe desafios importantes. A diversidade de expectativas exige preparo constante das equipes e atualização de protocolos. No entanto, esse cenário cria oportunidades para diferenciação e fortalecimento da marca no mercado.

Empresas que investem em capacitação, tecnologia e escuta ativa conseguem se destacar. A capacidade de interpretar novas dinâmicas familiares permite oferecer soluções sob medida e construir relacionamentos baseados em empatia. Assim, o setor funerário deixa de ser apenas operacional e assume papel estratégico no apoio às famílias.

Adaptação como caminho para relevância

Por fim, a mudança no perfil das famílias impacta profundamente os serviços funerários ao redefinir padrões, expectativas e formas de despedida. O setor que compreende essa transformação consegue oferecer experiências mais humanas e alinhadas à realidade contemporânea.

Adaptar-se não é apenas uma questão de mercado, mas de respeito às novas configurações sociais. Ao reconhecer a diversidade familiar e investir em personalização, os serviços funerários fortalecem sua relevância e ampliam sua capacidade de acolhimento em momentos decisivos.

Autor: Diego Rodríguez Velázquez

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